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A mostrar mensagens de abril, 2018

Cooperação na Cibersegurança

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    A Cibersegurança, também podendo ser entendida como segurança do Ciberespaço, com o progressivo aumento dos golpes digitais, tem-se mostrado um assunto imperativo e urgente, quer para as pessoas, empresas, nações e, principalmente para a própria segurança internacional. É um problema que, cada vez mais, queremos evitar e prevenir que aconteça, pois os riscos a que estes ‘atores’ se expõem avolumam constantemente.    Relativamente à definição, é estabelecida como um aglomerado de ações e instrumentos tecnológicas que visa salvaguardar redes, dados, outros programas e os diapositivos digitais (smartphones, computadores, tablet’s…) de ataques impróprios e indesejados, que podem causar danos irreversíveis e incalculáveis. Assim sendo, o primordial objetivo da Cibersegurança é assegurar a proteção de todo o Ciberespaço de qualquer tipo de Ciberataques, estes que se mostram mais focados nos serviços financeiros e administrativos, como por exemplo, bancos e redes ...

Ao que pretendemos responder

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A metodologia adotada na realização deste trabalho consiste na análise da temática de investigação e a sua respetiva explicação tendo por base os Colóquios de RI de 2018 e os contributos dos oradores da temática correspondente, nomeadamente André Barrinha e  Henrique Santos. Importa referir que cada membro terá duas participações relativamente ao tema.  Teve-se em consideração as Teorias das Relações Internacionais e as matérias mencionadas na UC para responder às seguintes perguntas: 1. Será que a Cibersegurança vai ser um fator de destaque na agenda dos Estados na próxima década? 2. Como é que as diferentes teorias das Relações Internacionais entendem a Cibersegurança? 3. Onde se enquadra a Cibersegurança na Agenda Nacional? 4. A anarquia das Relações Internacionais e a Cibersegurança. 5. Será a UE um ator securitário coerente?